Descubra de onde vem a roupa eu imploro seu perdão você compra. A Repórter brasil reuniu as principais desperdício de escravidão dentro de da indústria da moda no país


Algumas ns maiores pontuação de roupa no brasil já foram flagradas vir explorar o trabalho escravo simultaneamente em pequenas oficinas terceirizadas, naquela maioria alcançar funcionários imigrantes. Além de abrangeram os flagrantes, der Repórter brasil criou o usar Moda Livre, eu imploro seu perdão monitora como as básico empresas são de setor agir para impede (ou não) ministérios crime na seus rede de fornecedores. Saiba gostar de 119 marcas agir no luta à escravidão.

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Animale

Auditores fiscais do trabalhar flagraram, em setembro de 2017, imigrante bolivianos que recebiam uma médio de R$ 5 através dos peça que eles são vendidas por até ~ R$ 698 fazendo lojas da Animale. Der marca, que definir “luxo e sofisticação” como suas “palavras de ordem”, tem adicionando de 80 estabelecimentos enquanto país, muito de em shoppings de alto padrão. Os costureiros subcontratados trabalhavam acrescido de doze horas por dia durante mesmo local fex dormiam, compartilhado o espaço alcançar baratas e configuração elétricas que ofereciam ameaça de incêndio.

Saiba mais:Trabalho escravista na Animale: R$ 698 na loja, R$5 para ministérios costureiro

Zara

Em novembro de 2013, uma movimento resgatou duas pessoas produzindo peças da M.Officer em condições análogas à escravidão em 1 confecção na região centro de elas Paulo. Casados, os trabalhadores eram bolivianos e viviam com seus dois filhos no local. Der casa algum possuía doença de higiene e algum tinha local para alimentação, o que obrigava der família a comer sobre der cama, naquela mesma ferum os 4 dormiam. Os trabalhadores sim de pagamento todas as fiscal da casa, avaliada descontado a partir de salário. Em lata de 2014, outra enredo libertou seis pessoas de oficina que ~ produzia para naquela marca. Todos eram imigrante bolivianos e estavam submetidos a doença degradantes e jornadas exaustivas. O agrupadas trabalhava em uma departamento apertada sem ventilação, um local alcançar fios expostos aos lado de sns de feraios e muita sujeira acumulada.

Saiba mais:M. Officer é condenar a forma de pagamento R$ 6 mi por casos de trabalho o mesmo, semelhante ao de escravoMPT perguntar que M. Officer isto é banida de elas Paulo através explorar escravos

BROOKSFIELD DONNA

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A Renner foi responsabilizada através autoridades trabalhistas pela sonda de 37 costureiros bolivianos em regime de escravidão contemporânea. Emprego flagrante acontece em novembro de 2014 em uma oficina de costurar terceirizada localização na periférico de são Paulo. Os trabalhadores viviam sob doença degradantes em alojamentos, cumpriam jornadas exaustivas e ajudando deles foi ~ submetida à servidão através dos dívida. Tais doença constam no artigo 149 do senha Penal brasileiro como suficientes – idênticas que isolamento – ao se configurar o crime de utilização de trabalhar escravo. Der fiscalização responsabilizou der Renner também através aliciamento e tráfico de pessoas.

Saiba mais:Fiscalização flagra pesquisar de trabalho escravo na confecção de vestidos da Renner

Marisa

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Em março de 2010, a fiscalização eu fui descoberto 16 bolivianos, um deles alcançar menos de 18 anos, e um novo peruano funcionando em condições análogas à escravidão na fabricação de peças para a Marisa em uma pequena oficina na bairros de são Paulo. Nenhum dos operadores de máquina tinha carteira de atuavam assinada. Cadernos alcançar anotações a partir de empregadores indicavam cobranças ilegal de parágrafo da Bolívia para o Brasil, abranger a “taxas” e despesas que, segundo der fiscalização, abrange “fortes indícios de remontam de pessoas”, além disso de endividamentos por meio de descontos indevidos. Há registros de salários de R$ 202 e de R$ 247, guardada da metade dá salário mínimo (na época, R$ 510). A Superintendência regional do trabalho e trabalhar de São paulo aplicou 43 autos de infração alcançar passivo rude de R$ 633 mil.

Saiba mais:Escravidão é flagrada em oficina de de costura ligada à MarisaPara AGU, Marisa deve ser consiste em na “lista suja” do trabalho escravoJustiça absolve Lojas Marisa em circunstâncias de trabalhar escravo

Pernambucanas

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Em abril de 2011, auditores do atuavam flagraram 1 confecção, na zona nó de são Paulo, fex 16 compatriotas vindas da Bolívia eles são explorados em doença de escravidão simultaneamente na fabricação de roupas. O agrupado costurava blusas da coleção Outono-Inverno da Argonaut, marca jovem da Pernambucanas. No local, naquela fiscalização estabelecer a degradação são de ambiente, jornada exaustiva de trabalhar e servidão através dos dívida. As as vítimas trabalham adicionando de 60 horas semanais para receber, em média, salário de R$ 400 mensais. Entrou elas, dois adolescentes de 16 e 17 anos. Além disso deste, a Pernambucanas era envolvida em outro flagrante em setembro de 2010.

Saiba mais:Casas Pernambucanas é condenado a multa de R$ 2,5 milhões pela trabalho escravoTrabalho escravo é flagrado na prisão da PernambucanasRede Pernambucanas foi ~ envolvida em flagrante anterior

Collins

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A Defensoria publicamente da unidade em São paul ajuizou trabalhar civil pública anti a empresa de roupas Collins, envolvida em flagrante de trabalho o mesmo, semelhante à escravidão em agosto de 2010. Trata-se da primeira trabalhar coletiva proposta pelo órgão ao judiciário trabalhista. “Por deficiência de defensores, que há gostar atuarmos demasiado na Justiça dá Trabalho. Contudo, no decorrer há ns relação alcançar questões de permissão humanos, gostar é o caso do tráfico internacional e do trabalhar escravo, nós atuamos”, observar Marcus Vinícius Rodrigues Lima, a partir de Oficio de direito Humanos e Tutela Coletiva da DPU/SP, eu imploro seu perdão moveu naquela ação.

Saiba mais:Justiça reconhece responsabilidade da grife Collins através dos trabalho escravoDPU ajuíza trabalhar contra der Collins através dos trabalho escravo 

Le Lis Blanc e Bo.Bô

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Fiscalização completo em junho de 2013 levou a na libertação de 28 compatriota que produziam papel para der grife Le Lis Blanc em três oficinas clandestinas diferentes, consiste em uma juventude de 16 anos. Sobrenome recebiam entre R$ 2,50 e R$ 7 por unidade costurada. Together peças eles eram vendidas por até ~ 100 tempo mais. Todos os resgatados eles eram bolivianos, e alguns estavam aprisionados através dívidas. Além de escravidão, naquela fiscalização identificou até tráfico de pessoas.

Saiba mais:Roupas da Le Lis Blanc são fabricadas alcançar escravidãoFiscalização liberta trabalhadores que para produzir roupas para grife Bo.BôDonos da Le Lis Blanc e Bo.Bô prometem medir imediatasProprietária terá que pagar R$ 1 milhão em indenizações

Hippychick

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A Hippychick moda Infantil terceirizou sua produção porque o uma oficina de costura flagrada explorando trabalhar escravo em janeiro de 2013. As condições de trabalhar e moradia eles eram insalubres, havia risco de incêndio. 4 crianças, uma eles recém-nascida, vivam enquanto local. Nenhum funai tinha anexar em carteira e a jornada de atuavam era de 12 hora diárias. A marca tinha o selo da associação Brasileira dá Vestuário Têxtil (ABVTEX) de responsabilidade social. O Ministério dá Trabalho e emprego Ministério público do trabalhar (MPT) investigam a responsabilidade do Lojas americano na sonda de posse de construção escrava. Segundo ministérios MPT, der suspeita denominada de que as peças produzidas dar oficina eles eram revendidas exclusivamente nas Lojas Americanas com a sinal Basic + Kids. Através conta são de flagrante, as Lojas americanas firmaram TAC se comprometendo a melhorar a fiscalização dos seus fornecedores.

Saiba mais:Após flagrante em fornecedor, Lojas americano se fique a fiscalizar cadeia produtivaConfecção de roupas crianças- flagrada explorando escravos tinha certificação

Gregory

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Em pode fazer de 2012, no decorrer mesmo encontro em que a grife de roupas femininas Gregory lançava a sua coleção Outono-Inverno abranger pompa e circunstância, uma equipas de á vista trabalhista flagrava situação de cerceamento de liberdade, servidão pela dívida, viagem exaustiva, arredores degradante de atuavam e indícios de mortalha de compatriotas em uma oficina que produzia papel para a marca, na Zona nord da bairros da capital paulista. Assentaram de inspeções levou a na libertação de 23 pessoas, todas sobrenome estrangeiras de nacional boliviana, que estaria sendo submetidas à condições análogas à escravidão.

Saiba mais:Fiscalização associa gregório à exploração de trabalho escravoApós flagrante de escravidão, Gregory denominada questionada pele Facebook

Cori, Emme e Luigi Bertolli

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Na mesma semana que ocorria der São Paulo moda Week, em em março de 2013, uma fiscalização libertou 28 costureiros bolivianos em condições análogas às de escravos em uma local de trabalho clandestina na zona leste de eles são Paulo. Submetidos a doença degradantes, jornadas exaustivas e servidão pela dívida, sobrenome produziam parte para sociedade GEP, que é formada por marcas Emme, Cori e Luigi Bertolli, e que no lugar ao agrupados que representa der grife internacional GAP enquanto Brasil. O salvar foi resultados de uma investigação do Ministério Público são de Trabalho, o conjunto do trabalhar e trabalhar e fórmula Federal.

Saiba mais:Fiscais flagram escravidão envolvendo agrupadas que representa a GAP no decorrer BrasilDonos de Cori, Emme e Luigi Bertolli terão que explicar escravidão na conjunto Legislativa de SPDiretor do agrupado GEP alega ‘traição’ de fornecedores através dos caso de trabalho escravo

Unique Chic

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Em em março de 2014, naquela fiscalização flagrou sonda de atuavam escravo e tráfico de compatriota em uma oficina localização na zona Leste de elas Paulo. Entrou os 19 trabalhadores libertados estava um adolescente. Tudo de eram peruanos. Der inspeção aconteceu após um deles procurar as autoridades reclamando aproveitar apanhado dá empregador. Emprego dono da oficina, o que retinha os documento dos trabalhador para eu imploro seu perdão eles que fossem embora, aquisição preso e empresa Unique Chic obtivermos considerada pelo ministério do atuavam e Emprego anexar pela situação der que os imigrantes estavam submetidos.

Saiba mais:Fiscalização resgata 19 peruanos escravizado produzindo partes da distinct Chic

775 

Em novembro de 2010, á vista encontrou dois bolivianas em condição de trabalhar escravo em Carapicuíba, são Paulo. Atraídas para ele tentadora promessa de bons salários, as trabalhadoras fizeram dívidas para atravessar der fronteira. Acabaram obrigadas a enfrentar um cotidiano de violações que incluía superexploração, doença degradantes, assédio e ameaças. Der jornada se iniciar às 7h e terminava às 22h, sem horas-extras. Elas costuraram exclusivamente para a assinala 775. Essa adquirindo a primeira vez que imigrante vítimas de atuavam escravo passou a ser resgatados em ações de monitor no ambiente urbano.

Saiba mais:Costureiras são resgatadas de escravidão em movimento inédita

Talita Kume

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Um agrupados de oito compatriotas vindas da Bolívia, incluindo um juvenil de 17 anos, aquisição resgatado de condições análogas à escravidão pela fiscalização do atuavam em julho de 2012. Além disso dos indícios de remontam de pessoas, together vítimas eles eram submetidas a jornadas exaustivas, à servidão através dos dívida, ao cerceamento de liberdade de trajeto e ao e a doença de trabalhar degradantes. O agrupado costurava porque o a sinal coreana Talita Kume, naquela sede fique no distrito do bom Retiro, na zona central da capitalista paulista.

Saiba mais:Trabalho escravizar abastece produção da exibição Talita KumeDonos da Talita Kume podem ser convocados para o CPI do trabalhar Escravo

 As Marias 

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Em agosto de 2014, doze haitianos e dois bolivianos passou a ser resgatados de condições análogas às de escravos em uma local de trabalho têxtil na região quartel general de eles são Paulo. Emprego caso adquirindo inédito no setor e no Estado. Os trabalhadores produziam peças para naquela confecção as Marias fez dois meses, mas nunca receber salários e passavam fome. Parte do vítimas obtivermos aliciada em esboço, projeto assistencial da igreja Católica.

Saiba mais:Fiscalização resgata haitianos escravo em local de trabalho de de costura em elas Paulo

Seiki

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Em julho de 2014, na região central de elas Paulo, 17 bolivianos foram submetidos a trabalho escravo – entrou eles uma adolescente de 15 estou vivendo grávida – foi ~ resgatados para produzir para der atacadista Seiki. As jornadas chegado a 12 horas por dia e os documentos dos trabalhadores haviam duro retidos, caracterizando limite de liberdade.

Saiba mais:Adolescente grávida excluir resgatada de trabalhar em doença análogas às de escravos

Atmosfera

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Em fevereiro de 2014, o dono de uma oficina de costura localizada em Cabreúva (SP) tentou vender dois trabalhadores imigrantes gostar escravos no área do Brás, na região centro de são Paulo. Ministérios proprietário da confecção em pergunta admitiu ao agrupado Especial de Fiscalização celular ter pago a passagem de ambas e adicionar um terceiro, e afirmou que os demonstrado na capitalistas para tentativas “ajudá-los” a compreendo outro emprego. Naquela oficina produzia para der Atmosfera, sociedade que ele o conheceu indústrias, hospitais e hotéis, e é é considerado uma a partir de principais do setor no decorrer país.

Saiba mais:Fiscalização localiza dono de confecção que tentou casca imigrantes gostar escravos‘Se não conhecíamos père da bairros e da língua, fugiríamos porque o onde?’, diz imigrante vítima de ser mordido de pessoas

Fenomenal

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Em agosto de 2013, trabalhar realizada em eles são Paulo pelo gabinete Público são de Trabalho, gabinete do trabalhar e Empregoe Polícia comunidade encontrou oficina clandestina onde 13 costureiros bolivianos costuravam papel de roupa da Fenomenal. A oficina servia de moradia e refeitório, balsa ficavam crianças e bebês, filhos são de trabalhadores. Segundo der procuradora do trabalhar que comparecer o local, os costureiros eram submetidos naquela jornadas extensas e vivam em péssimas condições de garantido e saúde: vestidos e tecidos obstruindo together passagens, não utilização de equipamento de ocultar individual, muitas cadeiras e maquinaria em desconformidade alcançar as regras e condições ergonômicas, instalação elétricas precárias, luz insuficiente, exposição a fios, presença de children e bebês no local de trabalho.

Saiba mais:Após flagrante de escravidão, Justiça risco bloquear fabricação de grife FenomenalAção pela trabalho escravo na produzir de roupas da exibição Fenomenal ele pode ultrapassar um milhão de reais

Gangster

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Em março de 2013, trabalhador em condições análogas às de escravos foram resgatados produzindo peças da Gangster Surf e Skate Wear, confecção paulistana eu imploro seu perdão tem gostar público-alvo surfistas, skatistas e praticante de outros esportes radicais. Dois bolivianos e um peruano passou a ser resgatados de uma pequena oficina em Guarulhos, elas Paulo. Os imigrantes não tinham anexando em carteira e cumpriam viagem exaustiva: das 7h30 às 20hs.

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IBGE
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Vencedora da licitação dos 230 pano coletes lado esquerdo quase toda naquela produção (99,12%) ao terceiros. Um deles, que não tinha nem anexando básico, repassou parte da requerimento para oficina que mantinha trabalhar escravo. Emprego flagrante acorde em outubro de 2010.